Pontos de Interesse

Concelho de Tarouca

Tarouca possui uma beleza natural única, enriquecida pelos recursos patrimoniais que escondem e contam histórias a quem os visita. A paisagem única da Beira e do Douro deliciam os olhares mais exigentes. Em Tarouca, a biodiversidade, em perfeita harmonia com a ruralidade e o urbanismo, resultam num território rico que proporciona experiências e memórias inesquecíveis a quem o visita.

#VamosatéTarouca?

arco de Paradela

Este pequeno monumento é um arco memorial do séc. XII, XIII, de granito, de volta inteira, e que, segundo fonte bibliográfica, existiam inicialmente 3 arcos, desaparecendo dois com o andar dos anos. Conta-se que quando o corpo do Conde de Barcelos estava a ser levado de Lalim para ser sepultado no Mosteiro de S.João de Tarouca, parou neste local, e em memória desse facto ali se erigiram os arcos. No entanto as opiniões sobre o arco de Paradela divergem de autor para autor: para uns, é um marco monumental que se ergueu para demarcar o limite do Couto do Mosteiro de S.João de Tarouca, para outros é um monumento funerário construído para o túmulo de Diogo Anes, que em 1175 (séc. XII) era o proprietário do terreno. Obs. – O topónimo de Paradela tem um sentido topográfico: uma subida difícil ao cimo da qual se pode descansar.


Casa do Paço

A Casa do Paço de Dalvares foi uma Honra criada no início da Monarquia. Nas Inquirições de Afonso III, bem estudadas por Almeida Fernandes, aparece designada como a Honra de Alvares ou Adalvares.
Adalvares, Alvares, Dalvares, foi uma quintã, uma honra antiga que manteve os seus privilégios ao longo dos séculos.

Uma “quintã” ou Paço, era o conjunto agro-económico formado pelo núcleo base que é a casa ou morada do senhor, nobre, de dois pisos, com escadas de pedra e diversas dependências, fechada sobre si mesma, neste caso em forma de quadrado, no centro do qual ficava um pátio; em volta uma zona vasta de terra que constitui a “reserva” do senhor, normalmente um terreno cercado, delimitado por muros.


Igreja de São Pedro de Tarouca

A primeira referência documental a esta igreja data de 1163. Notícias posteriores comprovam que antes de 1258 possuía Colegiada e que em 1297 foi doada por D. Dinis ao Mosteiro de Salzedas. O templo que hoje se nos depara terá sido edificado entre os séculos XII e XIV.

Diz a tradição que esta foi a sétima igreja a ser fundada em Portugal e que se encontra assentada sobre a igreja de Santa Maria, que ficava no interior do circuito amuralhado do antigo Castelo de Tarouca. Igreja românico-gótica, com alterações manuelinas e barrocas, é composta por uma nave com coro-alto, capela-mor mais baixa e mais estreita, e sacristia adossada ao lado Sul.


Igreja e Mosteiro de S. João de Tarouca

Situada no extremo sul-leste do concelho, dista cerca de sete quilómetros da cidade de Tarouca. É formada pelas povoações de Couto, Pinheiro, Vila Chã do Monte e Vilarinho.

Em S. João de Tarouca implantou-se, no século XII, o primeiro mosteiro cisterciense em Portugal. Chamava-se ele de S. João de Barosa e também de S. João de Mondim, como se lê em documentos da época. Os monges claravalenses receberam grande apoio, embora interessado, da burguesia de Tarouca, juntando-se mais tarde as dádivas da nobreza, de tal modo que a igreja se tornou numa espécie de panteão de algumas estirpes e também da gente mais qualificada de Tarouca. D. Afonso Henriques concedeu carta de couto ao mosteiro em 1140, para compensar os frades do auxílio prestado na tomada de Trancoso aos mouros.


Mosteiro de Salzedas

A imponência do mosteiro surpreende-nos no meio do casario do pequeno burgo que se formou em seu redor. A igreja, de grandes dimensões, apresenta uma fachada setecentista, encontrando-se as torres laterais inacabadas devido à interrupção dos trabalhos aquando das invasões napoleónicas.

O templo medieval sagrado, em 1225, possuía planta em cruz com três naves, um transceto saliente e aspecto excecional, tinha cinco capelas absidiais escalonadas. A mais pequena, do lado norte, ainda se conserva integralmente na sua silharia regular, possuindo planta semicircular e colunas adossadas pelo exterior. O absidíolo simétrico é visível ao nível das primeiras fiadas, sobre a escada de acesso aos dormitórios.


Ponte e Torre da Ucanha

Percorrido pelo Rio Varosa, que aqui nasce, o concelho de Tarouca apresenta, a unir as margens do seu principal curso de água, várias pontes de origem medieval, em locais de grande beleza paisagística.
A mais notável é sem dúvida , a ponte de Ucanha, cujas origens remontam, provavelmente, ao período romano. A prova da sua antiguidade é ser citada como antiga já antes de 1146, na carta de doação de Gouviães por D. Afonso Henriques o seu Monteiro-Mor, Paio Cortês.

 


Capela de Ns.ª Sr.ª das Necessidades

Templo de planta central de gosto romântico e recente edificação (séc. XIX), embora deva ter fundação medieval, incluída na cerca do antigo paço de Corujais, terá sido fundada por Luzio, Monteiro de D. Afonso Henriques, por invocação de Sta. Luzia.


cristo rei

Local de culto recente, nasceu do cumprimentos de uma promessa.
Situa-se a meia encosta e virado a nascente, é um local aprazível e de admiráveis vistas.

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